Transamérica Expo Center
24 a 27 de Junho de 2013
São Paulo - SP - Brasil.
O XXVIII ISSCT Congress de 2013 conta com uma feira com expectativa de 150 expositores distribuídos em uma área de mais de 3.500 m². É uma oportunidade de contato único com os maiores investidores e influenciadores de toda cadeia produtiva do setor.
A exposição possui uma planta diferenciada, estandes especiais onde serão apresentadas diversas novidades do setor, tendo em vista que o maior pólo de desenvovimento tecnológico e de conhecimento tem sua base no Brasil, assim atraindo diversos investidores nacionais e internacionais com o interresse em desenvolver negócios e parcerias com as empresas presente no evento.
PANORAMA DO SETOR SUCROENERGÉTICO
Com índices de competitividade insuperáveis, e detentor da mais desenvolvida tecnologia para a produção de Açúcar, Etanol e Cogeração de Energia, que nasce no campo com as variedades de cana-de-açúcar, tratos culturais: mecanização de plantio, colheita e processos industriais, o Brasil possui o mais bem sucedido programa de substituição do combustível fóssil em biocombústivel do planeta, o etanol, possibilitando a maior frota mundial de carros Flex.
BRASIL – TENDÊNCIAS E MERCADO
Com faturamento anual bruto de US$ 23 bilhões, o setor sucroenergético brasileiro ganha, a cada ano, destaque no cenário nacional e internacional, sendo o país um dos principais produtores e exportadores de etanol e açúcar, além de conquistar espaço também na cogeração de energia elétrica.
No panorama atual do segmento, destaque para os três novos ciclos vivenciados pelo setor: mercado interno do etanol, exportação do etanol e, por último, exportação de açúcar.
A região Centro-Sul do país é o destaque na produção de cana-de-açúcar, sendo que qualquer problema que surgir nos estados que integram a região poderá repercutir negativamente nos cenários nacional e internacional.
Paradoxalmente, em um mundo que consome atualmente em torno de 166,4 milhões de toneladas de açúcar e que exige cada vez mais, o que se pode observar nos últimos anos é um declínio da sua produção e, consequentemente, o baixo estoque mundial.
Porém, nota-se que o segmento vem se recuperando nos últimos três anos – uma notícia excelente para o Brasil, que é o principal exportador mundial do produto.